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02/03/2021 11:13


Otávio Reichert - INTEGRANDO 02/03/2021 Editar

Estamos condenados? Certa vez um pessimista teria dito: “Se tudo der certo na vida, mesmo assim no fim você morre.” Meus assíduos leitores sabem que sou otimista e assim continuaremos, porém ao que parece os Lockdown e uso de máscaras serão eternos, pelo menos para quem já adentrou a terceira idade. Também será perene a proibição de festas e reuniões, missas e cultos. Ostensivos abraços poderão sofrer multas, e assim por diante, mesmo depois que a quase totalidade tenha sido vacinada com duas doses anti Covid-19 e decorrido o tempo previsto.

     Sabe-se que o uso da máscara e demais itens de precauções limitam o contágio, porém mesmo assim inúmeras pessoas que seguem à risca os protocolos também adquiriram o Covid. O presidente da República erradamente deixou de usar a máscara e desaprova os Lockdown, alegando ter pouca eficácia e que mais dia todos serão contaminados. Também que o Brasil deveria adotar os medicamentos preventivos em escala maior, mas diga-se que a experiência de Itajaí – SC foi pouco eficaz, seja porque não deu continuidade ao tratamento com Ivermectina ou pela pouca adesão dos munícipes. Sobre as ações dos governos estaduais e municipais, limitando as interações do povo para diminuir os contágios, sabemos que o preço é alto. A paralisação de atendimentos preventivos e cirurgias já começou a apresentar significativo número de óbitos de outras patologias, bem superior ao Covid. Se mesmo com boa parcela cumprindo os cuidados estamos com saturação hospitalar, imagine com liberdade total. Sabe-se que a grande maioria descumpre os protocolos, e quando liberados do trabalho viajam, acampam, etc. Atualmente estamos vivenciando a crise pós carnaval, seja pelos passeios ou festas clandestinas. Se nada fosse adotado o quadro seria ainda mais grave, daí a pergunta: quais medidas são as mais corretas?

Sobre as vacinas, conforme as diretrizes da bula do Instituto Butantan, as reações adversas variam de 1 a 10% na maioria dos quesitos. E ao imunizante mensageiro criado com eficácia e segurança aceitáveis, o mRNA, declaram possíveis eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Por enquanto as reações que levaram a óbito estão baixas, também conforme as notificações à Anvisa, que não emitiu Parecer de Aprovação à vacina, tampouco se manifestou às adversidades de reação e mortes advindas da vacina por não atingir a “margem de até 10%” previstos. A dúvida maior está nos efeitos a longo prazo, embora aleguem não haver alteração genética.

Paralelo ao mencionado, pesquisadores da UFRJ, Instituto Vital Brazil e Fiocruz apresentaram à Anvisa seus ensaios pré-clínicos de soro equino contra Covid-19, feitos na “moda velha”, mais segura sob o ponto de vista de reações futuras, porém não liberadas em caráter emergencial, daí a solicitação do Ministro da Saúde Eduardo Pazuello, por segurança institucional, da assinatura de um Termo de Responsabilidade de quem for vacinado.

Finalizo lembrando supérfluo adágio: “Se correr o bicho pega, se parar o bicho come!” 

D:MúsicasMauricéiaEscola2020DownloadsIMG_20210131_191734.jpgEscorpiões – Inúmeros terrenos baldios e quintais santo-angelenses apresentam a presença dos perigosos escorpiões. Uma das formas de controlá-los é através de aves, a citar galinhas, incluindo as de angola. Trouxe um casal de garnisé (foto), isto após preparar gaiola e comprar ração. Infelizmente estavam contaminados pela Bouba, e a “tristeza” os matou, deixando meu galinheiro vazio.
Conforme biólogos, dentre as opções está o ácido bórico, óleo de cedro ou o óleo de lavanda. 

Humor – Um garnisé seguidamente era humilhado pelo galo. Certo dia ele conheceu uma galinha de angola que cantava “Tô fraco Tô fraco!”. Como lhe sobravam energias, mas não era o chefe do galinheiro, falou ao galo: - Já que te achas superior a mim, vá ciscar comida para as pintadinhas!

 

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